A mãe da pequena Maria Hadassa, de 4 anos, que morreu após ser atingida por disparos de arma de fogo durante um ataque ocorrido na noite da quarta-feira (28), no Bosque das Colinas, em São José de Mipibu, bastante emocionada descreveu o cenário de horror vivido que resultou na morte da criança e detalhou a dor de ter que reconhecer o corpo da filha no ITEP. Durante a entrevista a TV Tropical nesta sexta-feira (30), a mãe relembrou a personalidade doce de Maria Hadassa e lamentou que a brutalidade tenha interrompido uma vida tão curta e cheia de sonhos. O desabafo trouxe à tona o trauma de uma família destruída pela violência urbana. ”A cena não sai da minha cabeça. É uma dor que nenhuma mãe merece sentir, ter que identificar sua própria filha em uma mesa de necrotério”, declarou a mulher, emocionando a equipe de reportagem e os telespectador
Foto: Reprodução O incidente ocorreu na madrugada da última sexta-feira (30), na Maternidade Municipal Dr. Araken Irerê Pinto, em Natal. A gestante deu à luz enquanto era transportada em uma cadeira de rodas para a sala de parto por volta das 0h15. O recém-nascido caiu no chão imediatamente após o nascimento. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Natal classificou o evento como um parto taquitócico (muito rápido), alegando que a paciente estava em fase ativa com 6 cm de dilatação quando o bebê nasceu de forma inesperada durante o trajeto. O pai da criança, Raniere Sousa Lima, acusa a unidade de negligência, relatando que a esposa não recebeu a assistência adequada a tempo, apesar das dores intensas. O bebê passou por exames de imagem e avaliações clínicas após a queda. Segundo as informações mais recentes a criança foi mantida em observação para monitoramento de possíveis traumas. A maternidade Araken Irerê Pinto tem enfrentado críticas constantes devido à infraestrutura. Rela...